quinta-feira, 28 de julho de 2005

inerte agora vivo
de volta a sero estou
se sigo eh por mim msm
nada temo apenas vivo
sem saber do que o amanha sera feito
sigo em frente calada
no cair da noite vago
mais por rios em prantos nado
chega
sofro demais
e essa solidao me consola
sem afeto
sem carinho
nada de material presta
to de saco cheio da realidade
durmo
quero sonhar
pois assim mmorrerei feliz

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