domingo, 1 de maio de 2005

embriagues da rotina
infantil crença habitual
fazer-te poesia
doença do auto-amor
querer ser algo que nao a si msm
orgasmos por nao entender
sentir-se liberto - doentio
chorar por rios de fome
sentar entre ardores vastos
recitar tais letras errantes
ao nada se concentrar e - coma alcoolico
ver apenas alem do que - lombra amiga
infelimente nao se espera por vir
algo novo eterna eloquencia
ondas ao ritual dos trabalhadores
ignorantes em sua linha racional
tragica e igual
o refazer das historias enjoa
tal qual cega à tudo
venha beije-me
se mate e reviva
soh assim sentirá a vontade
e a glamurosidade de estar vivo

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